

AzulO céu era azul Quando a minha tia caiu da cadeira Tu rias-te imenso Quando o céu era azul.Azul
À beira do lago com estrelas nos olhos Vamos até à Lua!, dizias, Vamos até à Lua! Mas eu só conheço um reflexo prateado E o coaxar dos sapos.
Escreveste-me um poema Cheio de palavras compridas Não tem nada a ver com a brisa Nem com a areia entre os dedos dos pés
Na noite de ontem vi um anel Tu sujaste um joelho e choraste.


Etc Etc - preludio segundoA fria vastidão espacial acolhe as estrelas no berço cósmico-celeste do olhar humano.Etc Etc - preludio segundo
Assim me dizia o meu avô. Eu, a minha sandália desaparecida e a minha tácita indiferença cuidávamos pouco do que saia da boca daquele velhinho chorão. O dia quase acabava e a gente sabia o que tudo aquilo queria dizer. Cedo, cedo o suficiente surgiria o céu nas suas peculiaridades nocturnas. O gato e o cão que por ali vadiavam, gógó e cucu, respectivamente, acabavam por se deitar aos pés do meu batímano avô, isso e dormir era o que faziam os b


Melancia - o primeiro preludioA contagem das estrelas começou apenas com veias dilatadas e uma estranha tendência à dança do peru sul-americano. Cedo me criticaram as joaninhas e os pintassilgos. Diziam sem prévias considerações que era demasiado aérea para contar estrelas ou sequer para me deitar na colina durante a noite. Não me prestei a despender formalidades com bichos parvos atirei-lhes a minha sandália azul de forma a resumir rapidamente o conflito. Despojada da minha sandália azul, continuei pelo trilho nocturno guiada pela brisa que me extrapolava a consciência. Sigo o caminho que encontra a casa dMelancia - o primeiro preludio


Beija-me, Borboleta.Voa Borboleta, voa. Rasteja pelos céus de flores que as tuas asas criam, vai sentido os tornados matinais a desbastar as tuas asas, e voa. Não porque sim, não porque não, fá-lo simplesmente sem a mínima retórica ou pensamento a fluir pelo teu tecido nervoso, abraça as luzes que ofuscam as tuas vontades e dilacera a contradição ofegante que em ti parasita. Ri, chora, ama, adora, sente a insensibilidade só porque te apetece, mata um réptil e beija o seu cadáver na boca, ignobilmente segue o rastro de um golfinho &nbBeija-me, Borboleta.


Me LingoO canto dos golfinhos na boca do serrote. O dedilhar tresloucado no vibrar das cordas esticadas. O fervilhar extasiado na dança das vozes e do corpo. Do soprar dos pulmões ao vento dos céus a sensualidade é morta, tocada. No corpo arqueado de uma deusa cravam-se notas com uma seta afiada. É com o imaginar dos bárbaros que se compassa o ritmo num tambor invisívelMe Lingo
Sente-se a dor na voz rouca e velha. Saboreia-se na melodia a droga doce que fecha os olhos.
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The chant of the dolphins in
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"Don't walk away in silence"
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I've Lost Control Again
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I've Lost Control Again
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[link] Thank you!
"Devolve-lhe as colheres, Erlend."
MAKE THE HELPER HAPPY PROJECT - Wish Naruto a happy birthday on 2010 [link]
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